Grupo Teatro Andante apresenta
A HISTÓRIA DE ÉDIPO - em versão para a rua
O Grupo Teatro Andante apresenta na rua, através de um espetáculo ousado, dinâmico e contemporâneo, a história do mito de Édipo, escrita por Sófocles, há 2500 anos e famosa até os dias de hoje. Através da investigação sobre a morte de Laio, o Rei Édipo, descobre a grande surpresa que o destino lhe reservou: ele, sem saber, casou-se com a própria mãe e assassinou o próprio pai. Assim, configura-se um dos mais famosos mitos trágicos da humanidade: a história do homem que, em busca de suas origens, instaura os princípios da ética que nos conduz.
Édipo Rei
Nessa releitura do mito de Édipo para a rua, o objetivo do grupo é levar as histórias famosas da humanidade para parcelas da população que não freqüentam as salas comerciais de teatro. Para isso, o Grupo Teatro Andante construiu um espetáculo contemporâneo, ágil, ousado na linguagem, politicamente atual e contundente na comunicação com o público.
É um texto atual porque grande parte das pessoas já ouviu falar em Édipo, ao menos através do famoso “complexo do Édipo”, popularizado pela psicanálise. Mas o mito de Édipo é mais do que isso: fala da ambição do poder, da impunidade, dos limites do público e do privado, da importância de cada pessoa assumir sua própria história, da grande questão entre a determinação do destino e o livre arbítrio.
O teatro sem truques, o jogo explícito e compartilhado com o público, sem rotundas, sem coxias, o espaço em forma de arena, são elementos da pesquisa do grupo, mais uma vez presentes nesse espetáculo. Fortificando sua pesquisa no trabalho do bastão, na pré-expressividade, no jogo do ator, e entre o ator e os outros elementos da encenação como a música e o espaço cênico, o Grupo Teatro Andante volta à rua, cara a cara com a platéia, fazendo do público o “povo de Tebas”.
A trilha sonora é realizada ao vivo, com guitarra, acordeom e elementos de percussão. O cenário é um andaime: um palanque, uma tribuna, um monólito que dá a dimensão para criar a relação de grandeza da tragédia.
Sem dúvida esta será uma ótima oportunidade para o público assistir “Édipo Rei”, escrita por Sófocles há 2500 anos.
Em 50 minutos de encenação, com texto de fácil entendimento e sem carregar na dramaticidade, o Teatro Andante apresenta a história de Édipo e Jocasta, a peça clássica grega mais popular, sempre montada com as mais diversas adaptações e interpretações em todo o mundo.
A Montagem
Este é um texto atual, porque grande parte das pessoas já ouviu falar em Édipo, ao menos através do “complexo do Édipo”, popularizado pela psicanálise. Mas o mito de Édipo é muito mais do que isso: fala da ambição, do poder, da impunidade, dos limites do público e do privado, da importância de cada pessoa assumir sua própria história e sobre a grande questão entre a determinação do destino e a do livre arbítrio.
Sem dúvida esta será uma ótima oportunidade para o público, assistir a um texto teatral que tem cerca de 2.500 anos. “Édipo Rei” é uma das peças clássicas gregas das mais populares, sendo sempre montada e sofrendo as mais diversas adaptações e interpretações em todo o mundo. Nesta montagem de Édipo Rei para a rua, o Grupo Teatro Andante construiu um espetáculo ousado na linguagem, politicamente atual e contundente na comunicação com o público.
Fortificando sua pesquisa no trabalho do bastão, na pré-expressividade, no jogo do ator, e entre o ator e os outros elementos da encenação como a música, o espaço e a própria platéia, o Grupo Teatro Andante volta à rua, cara a cara com o público, contando uma das histórias mais famosas da humanidade. O mito de Édipo é abordado sob vários ângulos: a busca do poder, a relação público-privado, a determinação do destino versus o livre arbítrio. Fazendo do público o “povo de Tebas” os atores, através de elementos simbólicos, revivem este texto clássico do teatro. A trilha sonora é realizada ao vivo. O cenário é um andaime, um palanque, uma tribuna, um monólito que dá a dimensão para criar a relação de grandeza da tragédia.
Mais uma vez o Andante apresenta na linguagem desse espetáculo, aquilo que faz parte das suas pesquisas: o teatro apresentado sem truques, com todo o jogo explícito e compartilhado com o público. Não há rotundas, não há coxias e o espaço é em forma de arena.
Ficha Técnica
Direção: Marcelo Bones
Elenco: Angela Mourão
Beto Militani
Gladys Rodrigues
Glauco Mattos
Adaptação e concepção: Grupo Teatro Andante
Dramaturgia: José Carlos Aragão
Iluminação: Chico Pelúcio e Felipe Cosse
Figurino: Marney Heitmann
Direção Musical: Claudia Cimbleris
Produção: Grupo Teatro Andante
Duração: 50 minutos